JOGADOR N 1 CRÍTICA FILME

Em uma realidade não muito distante, o filme nos trás várias mensagens que valem a pena ser discutidas.

JOGADOR N 1 CRÍTICA FILME

Sinopse:
“Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico para conquistar sua fortuna inestimável. Para vencer, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.”
Ficha Técnica
Direção:Steven Spielberg
Roteiro Zak Penn e Ernest Cline
Baseado em Ready Player One de Ernest Cline
Elenco Tye Sheridan, Olivia Cooke, Ben Mendelsohn, T. J. Miller, Simon Pegg e Mark Rylance
Gênero Ação/Aventura
Música Alan Silvestri
Companhia(s) produtora(s) Warner Bros. Pictures, Amblin Entertainment, Village Roadshow Pictures
Fui incentivada pelo meu filho, Angelo de 7 anos, a assistir o filme. Não procurei informações, apenas fomos como de costume ao CineSercla do shopping mais próximo de casa.
Para minha grata surpresa (não li nada mesmo), o filme trás muito do que eu imagino para do nosso futuro.  Um futuro em que as pessoas vão se esquecer de como se convive, em que não queira mais se viver a realidade, apenas uma realidade virtual.
Coisa que acredito estarmos a 1 pé disso. Pessoas escondidas atrás de um smartphone ou um computador.
O filme trás um garoto, um jovem, que teve uma vida difícil, sem os pais e criado pela tia. Bem a lá Peter Parker. Pra ajudar a tia tem uns namorados abusivos, o que isso lembra?  E para fugir dessa “realidade” as pessoas “vivem” dentro de uma realidade virtual chamada Oasis. Que nome sugestivo!
Nessa realidade, com todo o equipamento, até muitos deles existentes hoje, o filme se passar em 2045, eles convivem de forma virtual com sua forma Avatar. Assim podendo ser como quiser. Em uma cena, o narrador, o próprio personagem principal fala, em como as pessoas gostariam de ser vistas, lindas ou monstros dentro daquele mundo.
Lá dentro do jogo, eles convivem e podem viver e morrer, gerando também formas de se manter ali.
O mais interessante, é que eles fazem tudo que poderia ser feito fora. Como amizades, ir a festas, correr numa corrida de carros… Pra mim isso torna ainda mais bizarro.
A coisa toda é, que além de “viver”, o Oasis ainda é um jogo. Em alguns momentos a convivência pode ser uma guerra sobre a disputa da premiação final, ser o dono de tudo, ser dono do Oasis.
Ao fim, nosso personagem principal, passa por todas as fases, amizades, guerras e o amor, então finalmente vence o jogo. Um fim previsível, mas merecido.
O filme ainda é bem mais que isso tudo que disse, mas ao fim acredito que o Spielberg, queria passar a ideia de que nada vale mais que a VIDA que nós já temos e devemos aproveita-la.
Se tiver interesse, aqui vai o trailer Jogador Nº 1
Black Kisses!

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